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Não se pode dizer que a vida de um deficiente é tão parada como muitos pensam. Bem pelo menos a minha não é.
As terapias que enfrentamos quase que diariamente são tão cansativas quanto um dia puxado de trabalho. Porém necessárias, pois nos auxiliam para que possamos buscar a autonomia.
A rotina é árdua… Acordar, fisioterapia em casa, banho de sol, estudar, pausa para uma relaxada, almoço, parte da tarde terapias necessárias para que meu corpo não venha atrofiar, fisioterapia, fonoaudiologia, buscando uma melhora em minha comunicação, e terapia ocupacional em que é trabalhada minha autonomia, uma constante e detalhista busca por melhores condições para minha vida e a dos demais que me acompanham.
Aí entra minha Terapeuta Ocupacional – Isabela Mokarzel.
Formada em terapia ocupacional pela UNIFESP, ela sempre se preocupou em tentar ajudar aqueles que necessitavam. Tinha muita intenção e vontade, mas ainda uma vaga ideia quando ingressou na faculdade, porém com o passar do tempo e com o curso de especialização em reabilitação, além da experiência do dia a dia lidando com pessoas com as mais diversas necessidades ela se consolidou na carreira. Hoje ela se preocupa em deixar o paciente bem à vontade em relação às suas dificuldades e busca ressaltar as potencialidades de cada um.
Sabendo que cada caso é um caso, perguntei de um modo geral que ganhos a Terapia Ocupacional traz aos pacientes.
“Na Terapia Ocupacional o profissional busca dar o máximo de independência e autonomia habilitando ou reabilitando, dependendo do caso o paciente, pois acredito que ele consiga ter uma vida social, de trabalho ou lazer com essa ajuda, exercícios específicos e orientações adequadas.”
Então… mãos à obra, vamos buscar essa autonomia.
